Como Tudo Deve Ser – Charlie Brown Jr.

Cara este sentimento de tristeza pela morte do outro, um sentimento coletivo, mas, mais que isso, minha razão diz que EU não deveria ficar triste, não tenho nada com o poeta (Chorão), mas eu me peguei pensando, esse sentimento tem muito mais a ver conosco do que imaginamos, é um sentimento de tristeza em saber que estamos caminhando (não importa a direção) para o fim!

Eu não tento ser perfeito e acho que você também
Dias e noites, pensando no que fiz
Eu sou um vencedor, eu lutei pelo o que eu quis
Mas quando não se pode mais mudar tanta coisa errada
Vamos viver nossos sonhos, TEMOS TÃO POUCO TEMPO  

(Como Tudo Deve Ser –  Charlie Brown Jr) 

Sim e essa caminhada às vezes entristece por parecer sem sentido, vã, temos uma vida só, e ela vai ganhado velocidade, como uma pequena bola de neve que cada vez desce mais veloz a montanha rumo ao despenhadeiro, ela vai crescendo até não poder crescer mais, e o fim chega, ele está chegando, ele virá…..e, TEMOS TÃO POUCO TEMPO(…).

S.C.S.JR

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Magia Natural

A pressa diminui, a ansiedade encontra o sossego por vir, o peso a leveza, a inquietude a serenidade, as preocupações são adiadas, há uma magia natural fluindo no ar, que nos paralisa e faz sonhar, sim você, Dezembro! Lindo, doce, refrescante, iluminado, amado… Seu sol é radiante, sua chuva agrada aos ouvidos, e suas noites típicas nos embalam até o raiar de um novo dia, e assim vamos te admirando, até sua despedida, que ilumina o céu, clareia o mar, nos faz sorrir e nos abraçarmos (…)

S.C.S.JR

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dezembro 2, 2012 · 11:08 pm

Apenas Humana!

Já não sei quem domina meus pensamentos, mas desconfio que eu não seja, pois eles me invadem sem ao menos pedir licença. Tento afastá-los, tentativas frustradas que parecem alimentá-los mais e mais.

Sinto-me feliz e triste, completa e vazia, melhor e pior que antes, com a liberdade sempre sonhada e presa em minha solidão. Nós almejamos um ideal e quando o realizamos sentimos o vazio do que ficou para trás para chegarmos neste presente, já aconteceu com você sensação parecida?

É estranho saber que muitos esperam de nós certezas, uma vida sem erros, e prendemos nossos passos esperando não desapontar. E como eu fico em saber que ando por caminhos que não são meus, e meus caminhos serão meus? Já não sei o que esperar do amanhã, fico me torturando por erros passados. Divago se tivesse escolhido caminho diferente e o que visualizo era uma vida pior. Será uma defesa para meu erro, tornando-o assim um acerto? Mas e se o outro caminho fosse o caminho da paz, da felicidade? Ou serão estes sentimentos utópicos e meramente passageiros?

Decisão não é apenas uma palavra, sabe, ela é ‘a’ vida, posso assim dizer. Houve um tempo em que não decidíamos, mas alguém decidia por nós, logo o decidir já estava presente moldando-nos e assim criando o ‘destino’. Nosso amanhã é apenas resultado. Concordo que a vida poderá nos presentear ou também nos bater, não é nossa decisão, mas logo abrirá um leque de novas decisões, “a vida dará as cartas, cabe a nós jogarmos o jogo”!

 Entendo assim que jamais poderei reclamar ou me achar sofrida, ou que atraio as negativas do universo contra eu, sendo eu quem “joga o jogo”. Outra palavra forte é a dúvida: ela precede a decisão e, depois de decidido, ela continua atormentando, pois o ‘destino’ que escolhi foi necessário o sacrifício de outros (por medo, descrença, insegurança, ou pelo simples fato de achar que estava no caminho errado). Se errei o trajeto na bifurcação? Só saberei mudando a rota e indo à direção outrora rejeitada. Isto não significa retroceder, apenas tentar o que pode ser a escolha certa, depois de andar pela direção equivocada!

A cada momento que paro para refletir no rumo que minha vida está seguindo, sim é de extrema importância refletir você não acha? Percebo que em ‘cada etapa’ de nossa vida corremos atrás do que nos fará feliz, e a experiência nos mostra que sempre estamos indo na direção equivocada: bens materiais, reconhecimento pelos outros, é tudo efêmero. Temos que nos conformar que nosso tempo corre para o fim velozmente e ele encurta a linha de chegada a cada dia. Mais duas fortes palavras…

Não desejo que pense em minha carta resposta em sua totalidade, peço-te que na sua cama, no silêncio das insônias, dedique sua mente a estas quatro palavras que movem a vida: Reflexão, Duvida, Decisão e Experiência!

Ass. Carolina

 

 

Após ler a primeira carta do Conto4Conto do Nestante, “Alô e Adeus” http://www.nestante.com/2012/07/conto4conto.html da promissora jornalista e escritora Lisy que manda muito nos textos, confira, segue o recanto do seus textos… http://worldoflisy.blogspot.com.br/2012/07/apenas-humana_19.html?spref=fb,   eu  escrevi a versão dele para a resposta da Carolina para o Pedro.

 

S.C.S.JR

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Estranha sensação

São Paulo, SP 12 de julho de 2012 20h57min

Bily  Hawkins chega em casa cansado, dorme um pouco, acorda e começa a se trocar para ir à academia, liga o computador e coloca uma musica, terminou vai dar uma olhada no ‘face’, pega o seu halls como de costume antes de treinar, algo começa a acontecer, ele se depara com um retrovisor se achando carro, logo percebe que é uma foto com uma inscrição em cima questionando, ele não gosta muito de perguntas, pior quando pedem para que a resposta seja rápida ele se sente pressionado, suas sinapses cerebrais começaram a trabalhar velozmente, logo ele está digitando uma mensagem psicografada pelos deuses internos.

Aquela imagem cada vez mais o atormenta, está em movimento, mas parada, um carro conversível com uma morena, ou será apenas um retrovisor com a imagem de ½ carro  conversível e uma cabeça morena, logo me sinto cada vez mais louco e melhor, vejo que estão na estrada que liga a Etiópia com Tihuana, mas no exato momento da imagem reconheço aquele lugar de outras vidas, sim é a estrada do deserto de Vegas, a um ser superior inexorável  lá detrás das nuvens negras, que irradiam o momento com uma estonteante luz, as portas da percepção se abrem, ficam escancaradas ao grandioso evento, será ilusão, realidade, ou uma registro atemporal?

Estranhas sensações  estão acontecendo, flashes começaram a brilhar em minha vista mental, logo estão me dominando e já estão quase que como uma memória vívida, é uma imagem nítida eu correndo naquela paisagem descalço, o século é o XI e ouço alguém com muita reverencia se dirigindo a mim com este som “Hueyi Tlatoani’(…)

Agora tudo está tomando  dimensão de proporções assustadoras, sim estive lá, estou me sentindo forte, poderoso, minha cabeça está refulgente, estou quase desmaiando, entrei em um corredor vejo pessoas de branco, parecem médicos, se apresenta a mim uma criança com um rosto que erradia uma pureza, ela simplesmente olha profundamente em meus olhos, quase desfaleci, é um olhar penetrante sinto que ela é superior a mim e está ouvindo meus pensamentos que cada vez mais se tornam inaudíveis para mim, ela como que uma ultima chance de minha vida me aponta duas portas. Uma escrita saída à outra entrada, elas ganham dimensões de profundidade, e vão se multiplicando os idiomas nas portas, já se passaram 612 inscrições diferentes, começo a enxergar marcações rupestres, figuras, símbolos, incrivelmente sei ler todas sem qualquer esforço, dizem: saída e entrada.

As portas estão multiplicando, como replicas, como se houvesse espelhos, estou desmaiando!

Dentro da minha mente a criança que me apontou agora grita para eu decidir, mas não vejo sua boca se mexer ela apenas está sorrindo, é como se minha cabeça fosse facilmente invadida pelo seu grito mental, a cada fração de milésimos de segundo que não decido, as portas se multiplicam e fico mais fraco e mais forte, agora já estou sem chão, flutuo no espaço, a minha volta só tem portas, que se multiplicam freneticamente, em cima, baixo, lados, um grande espaço de portas que não podem mais ocupar o mesmo espaço, mas ocupam. Sinto que se não decidir tornar-me-ei uma porta, duas, muitas, serei apenas matéria da indecisão, me sinto sem saída, mas como me sentir se saída tendo várias se multiplicando ao meu redor, será porque tem varias entradas também, mas estas não seriam também uma forma de sair do local.

Onde estou já não consigo mais decidir. Grito por ajuda e ouço apenas um eco, mas o eco não é minha suplica por ajuda, ouço um “eco resposta” que soa que estou só, minha ajuda sou eu, cabe a eu decidir, já não sinto minhas pernas, meu lado esquerdo está dormente, parece sensação de overdose, agora como que meu ultimo pensamento no momento da decisão para qual porta abrir, é a lembrança das quatro balas de halls que chupei ao longo do texto, posso ter pegado por engano os papéis de Lysergsäurediethylamid, pois me recordo que antes de dormir havia colocado meio papel na boca, já não sinto mais nada.

Só sinto a sensação de não sentir meus sentidos, logo ainda sinto algo, serei vitima do engano? Lembranças de uma vida que me veio a tona? Ou apenas estarei sonhando? Agora adormece meu outro lado do corpo, um ruído alto das portas abrindo e fechando me convidando.

Entrei em uma delas e sumi, não lembro qual foi, eram tantas, nem em qual idioma no momento, muito menos se era a de saída ou de entrada, agora o que tem deste novo lado, não sei, pois parece que estou preso na menor fração do tempo, tudo parou e se move lentamente, que não sei se move ou estou estático, aqui é lindo apesar de tudo escuro, algo inimaginável, seria o tempo de Planck?

Já não me lembro do que tinha do lado de lá, a sensação é única ().

S.C.S.JR

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Filosofando sem sono!

De que vale tudo…

Se 2 anos se resumem em 4 e-mails?

6 meses em uma única prova?

3 caminhos diferentes um sim, não e o vai levando?

Viver sonhando ou sonhar vivendo?

Acreditar na mentira ou aceitar que a ‘verdade’ é uma mentira?

Ser a projeção de ilusão e sonhos e viver para eles com medo de arriscar ou progredindo na rotina com medo de tropeçar?

Amor existe ou sexo deveria ser livre?

Noia de Pó, criptonita ou Televisão?

Ler livros, escrever, ouvir boas musicas, ou viver como tentam te moldar?

Agradecer o buraco tropeçado ou lamentar o asfalto que era todo remendado?

Não dar ouvidos a quem não oferece conteúdo ou distribuí-los a quem não dá ouvido?

Discutir com tolos ou fingir ser um deles?

Gosto de mulheres bem afeiçoadas, de voz mansa,  leve sorriso, vez ou outra uma linda gargalhada, loiras, morenas, ruivas, as vaidosas, cheirosas, charmosas, mulher autoritária me afasta, assim como piadas sem graça, as leitoras geralmente são encantadoras, o toque da pele diz muito, um pouco de todas seria ideal, sem apego, afinal o amor não é carnal, é apenas sentimental que quando se esvai deixa um buraco descomunal, então nada melhor do que liberar o desejo animal e reprimir o apego irracional, não sei por que, mas confessarei um segredo outrora aprisionado e agora liberto aos olhares que aqui chegaram, um olhar desejoso de uma mulher comprometida me atrai mais que tudo, mas diante deste ato  desacredito no compromisso uno, até em mim que queria não ter este desejo obscuro e  percebo, fui vencido por mim mesmo, aprecio uma boa conversa que pode ser confundida com um interesse inexistente,  ou pior, posso ser confundido com seu ‘amiguinho’ e posso estar desejando você com uma taça de vinho…

Nem tudo é o que parece ser, nem tudo tem que acontecer, pode ser para eu, pode ser para você, como também ao vento e a quem carecer (…).

 

 

Sei lá!! Vai vendo… Poderia filosofar mais…

Ou ir rimando…

Mas não vejo sentido em me delongar, se o que foi escrito não tem previsão de acabar…

Mas acabou.

A verdade é que nunca deveria ter começado, algo do qual não querer me recordar.

A Vida é loka!

S.C.S.JR

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Uma grande mulher!

New York 20h00min sua primeira semana naquele novo ambiente para aproximadamente 30 pessoas, ele lançou palavras ao vento direcionada a ela, que por sua vez iluminou a face com um sorriso esplendoroso, um sorriso  que inspirava a certeza que ela tinha conteúdo.

Já virara uma rotina, um oi seguido por aquelas conversas que agradam sem o qual o dia não era completo. A proximidade de ambos cada vez mais estreita, na volta do Manhattan College descendo a Riverdalle, risos e cada um já tinha um pedaço do mundo do outro, 12 de maio de 1989 tiveram a primeira briga e o primeiro beijo também, seria este um daqueles romances melosos aonde eles brigam mas foram feitos um para o outro, se odeiam, mentem, mas se amam, sim ela iluminava seu rosto e achava que tinha nas noites frias do central parque uma pessoa que era diferente de todos, ele a tocava como ninguém, ele a olhava como se ela fosse única, cuidava, era atencioso, ela regozijava se numa sensação de pura paz ao sentir seu grossos lábios tocarem suavemente sua testa,  ele sentia que era especial ao ouvir ela lhe dizer tudo o que sentia com seus pequenos gestos.

No inicio do outro ano que se seguiu o casal teve uma perda imensa, resolveram tentar uma vida nova, um novo emprego tinha sido oferecido a ela em Londres, era uma grande decisão, mas foram e se distanciaram da vida do passado, mas isto trouxe consequências, pois nós queremos viver no passado e no futuro e esquecemos de esquecer o passado e o futuro.

Ela não sentia mais, aquele olhar, seu toque, seu beijo, nem sequer confiava mais, o que ainda restava era o tesão de ambos, não era sexo, nem amor, era uma safadeza apaixonante, insaciável, um amor incontrolável, bastava os lábios se tocarem e esquecem que estão em uma sala de cinema, na escadaria de incêndio, nos trilhos da estação King’s Cross.

Mas o mais simples nunca será o bastante, e sem a certeza de ser amada, mesmo sendo a única desejada, a exclusiva do coração dele, a incerteza sempre ronda a mente da razão, ela agora o despreza, de amorosa passa a ser grossa, não tem mais paciência, agora ela já não sabe se o ama, ela não o quer mais, mas não o quer perder para sempre e não o deseja amar nunca mais,  algo ainda a impede de seguir seu rumo, pena, dó, ela também não sabe, ninguém sabe o que desperta o desejo em nos animais sentimentais, ela cada vez estreita mais sua proximidade com o  novo despertar do seu desejo, eles estão bem próximos ela já não fica sem o oi dele e o dia não é o mesmo se não conversarem, ele convida ela para sair, para festas, ela confusa, mas vai cada vez abrindo mais espaço, pois ela é uma mulher que quer ser livre, um espírito maravilhoso não se apega a nada alem de seus desejos, acaba um ciclo começa outro, agora o inicio é conturbado, mas ela sente se livre novamente e isso a renova, pois ela uma mulher que aprendeu que seu amor é viver sua liberdade.

Ela vai vivendo, e é invejada pelos que ainda não aprenderam que amores vêm e vão,  que as pessoas passarão, que não existe a outra metade, o príncipe, a princesa, o que existe são momentos, o que existe é a tristeza que a vida acumula, a felicidade que os momentos proporcionam, nosso desejo e o desejo do outro, ninguém ama ninguém, amamos a sensação que a outra pessoa nos traz, somos egoístas, somos humanos, somos manipulados, manipuladores, enfadados com a rotina, corremos atrás da rotina, cansados do dia, acordamos cedo para um novo dia.

Às vezes ela se culpa, pensa que o problema está nela, pensa que uma pessoa sofrida deve ser ruim para sofrer tanto, as vezes reflete se não sabe amar,  mas o sofrimento está em todos, existem pessoas que sofrem fisicamente, outras não tem um amor de pai, outras sofrem por perderem a fé na pureza, e muitos dormiram com ansiedade, com culpas, com frustrações, com um choro no travesseiro e um porque tão escuro que a saída já não é visível, outros dormiram com aquela vontade de não desgrudar a noite todinha do corpo ao lado.

Ela continua a ter o sorriso encantador, ela de origem suíça, mas deve ter ancestrais do sul da áfrica, das senzalas, daquelas pessoas que sofreram sempre com um sorriso magnifico a oferecer.

Se existe um pré-determinismo, um objetivo a oferecermos a vida, se temos que cruzar outras vidas, se de uma forma somos interligados a mais de 7 bilhões de iguais mais diferentes, que flutuam no universo perdidos em um planeta, dentro de uma galáxia, estas que variam de 10 milhões a 100 trilhões de estrelas, em um universo observável de possíveis 170 bilhões de galáxias, se realmente nada for por acaso, se não temos o domínio de nossas atitudes, nem de nossas decisões, da nossa vida, então nos resignaremos em acreditar num propósito maior, aquém de nossa pequenez, e será um dos propósitos desta inolvidável mulher prepara diversos homens para a vida, faze lós enxergarem a vida como ela é, com os pés no chão, sem acreditar no para sempre, sem sentimentalismo, e usarem a razão, pois o sonho é apenas um sonho que se não for trilhado será sempre sonhado.

Ela teve diversos nomes ao longo de suas vidas, Cleópatra, Dalila, Helena de Troia, Marilyn Monroe, Grace Kelly, Diana de Gales.

S.C.S.JR

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Realidade? QUAL?

Hoje mudamos o “escritório” de lugar dia cansativo, mas um dia divertido demais!

Apesar de cansado e louco para tomar um banho e dormir, não pude deixar de escrever este texto, pois esta noite tive um sonho muito real e maravilhoso e foi tudo tão real mas nada normal.

“Sonhos parecem ser reais quando estamos neles, só quando acordamos que percebemos que algo estava estranho.”

Realmente estava muito real, mas quando acordei era tudo estranho, eu estava na casa que vivi praticamente toda minha vida no uberaba e quem morava lá agora era minha ex esposa com minha filha linda (não tenho ex-mulher, pois não tive uma esposa) e no meu antigo quarto ela contou que não estava mais com seu atual, estava agora com outro e iriam embora e eu nunca mais veria minha filha, desesperado peguei minha filha nos braços e pulei a janela, acho que agora vem a parte mais intrigante do sonho… Comecei a caminhar com minha filha pela lateral da casa… Meu sonho parece que ficou muito real comprido e extenso, o incrível é que depois que acordei deste sonho, não consigo entender a extensão da parte que fugi com ela, pois eu andei umas duas quadras na direção da rua de baixo que antigamente eu sempre ia, e no sonho eu comecei a carrega lá e era um bebe, logo eu não me cabia de feliz ela  já estava grandinha e andava, tinha uns 3 aninhos e era tão linda em todos os sentidos, uma loirinha de cabelos cacheados, era doce e suave, amável, e tinha uma serenidade angelical e eu era o homem mais importante como um herói para ela e no meio da segunda quadra a rua estava cheia de barro e de repente já estávamos numa favela sinistra.

 Quando eu tinha fugido pela janela tinha um sol lindo, parecia uma manhã de domingo de férias no mês de janeiro, mas na favela já estava de madrugada, como pode? Todo este tempo em cerca de duas quadras?

Foi algo incrível e quem me conhece um pouco sabe o fascínio que eu carrego em meu ser, pelo misterioso, principalmente pela intrigante mente humana, pensamentos e sonhos, deve haver algo muito louco em nossa existência incompreendida. “Você nunca lembra o começo do seu sonho. Você só se dá conta quando está no meio dele. Ex.: Digamos que você esteja em cima de uma montanha, você não vai lembrar de como chegou lá.”

Eu coloquei algumas frase estão do filme Inception( A Origem) estão entre aspas! Filme sobre sonhos!

“Construir sonhos a partir de memórias é a melhor maneira de perder a noção do que é real e do que é sonho.”

As culturas orientais falam que este mundo é uma ilusão (maia), uma espécie de “sombra” do verdadeiro mundo da nossa realidade espiritual maior. A iluminação é chamada também de “despertar” por conta da alusão a esse nosso acordar para a realidade maior por detrás da aparência do mundo físico, para o qual ultraespecializamos nossa percepção para focar. Ou eu ando lendo muita filosofia ou o mistério que envolve a VIDA é mais fascinante do que eu imaginava, será que terei respostas as minhas perguntas em vida ou só “morrendo”, e se a morte for o fim!

Era uma vez Um sábio chinês Que um dia sonhou Que era uma borboleta Voando nos campos Pousando nas flores Vivendo assim Um lindo sonho…

Até que um dia acordou E pro resto da vida Uma dúvida Lhe acompanhou…

Se ele era Um sábio chinês Que sonhou Que era uma borboleta Ou se era uma borboleta Sonhando que era Um sábio chinês…

S.C.S.JR

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